quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Galeria dos Mártires - Pe. Alessandro Dordi Negroni

Pe. ALESSANDRO DORDI NEGRONI
Mártir da Promoção Humana
PERU * 25/08/1991

Alessandro Dordi Negroni, conhecido como Padre Sandro Dordi, era o segundo de treze filhos. Nasceu em San Marino Gromo-Bergamo (Itália), 23 de janeiro de 1931. Estudou no Seminário Diocesano de Cluson, onde foi ordenado sacerdote quando tinha apenas 23 anos de idade. Em 1980, aceitou o convite do arcebispo Luis Bambarén, então Bispo de Chimbote, para assumir a paróquia Senhor Crucificado de Serra, Peru.

Padre Sandro Dordi sempre sonhou em ir para a África como missionário, mas as circunstâncias o levaram a visitar a América Latina, onde ele acabou ficando apaixonado pelo Peru, e sempre soube que, após o atentado contra os padres franciscanos em Pariacoto, ele poderia ser o próximo.

"Foi um homem bom, sincero e corajoso, um verdadeiro missionário. Ele foi quem nos chamou para servir aqui, uma terra em que ele manteve-se completamente apaixonado, se sentindo sempre mais um peruano" conta Virginia Piu, irmã da Congregação das Irmãs de Jesus Bom Pastor, com uma voz soluçante e olhando melancolicamente uma foto antiga do Padre Sandro.

O Arcebispo Luis Bambarén sabendo das ameaças que o Pe. Sandro estava sofrendo, pediu para ele viajar para Lima, até mesmo para a Itália por sua segurança, porém ele nunca demonstrou medo. Um dia ele disse: "Eu não posso deixar o meu povo ...". contou irmã Piu, interrompendo a oração com um silêncio que lhe permitiu romper em lágrimas, somente se atreveu a olhar para a foto do Pe. Sandro.

Durante os 11 anos em que viveu em Santa, sempre quis viver como um a mais entre o povo. Foi um homem que defendeu a igualdade de gênero e que, em uma época tão machista sempre enfatizou a importância do papel da mulher na sociedade e, especialmente, dentro do casamento. Marco Sing então governador do distrito de Santa conheceu Pe. Sandro Dordi quando ele foi procura-ló para criar o Centro de Promoção da Mulher. "Ele me perguntou o que era mais importante para mim, e eu respondi, minha família". A partir deste dia fui trabalhar com ele na catequese familiar. Marco Sing, conta que Pe. Dordi mudou desde que se viu ameaçado. "Sim, eles tinham um motivo para ameaçar o padre Dordi, o motivo foi ele ter impulsionado a unidade familiar que era o seu melhor combate aos ideais terroristas". Marco inicialmente iria acompanhar Padre Dordi na missa em Vinzos, mas teve que participar de um evento da catequese familiar na encosta norte. Hoje, sem alcançar a compreensão olha pela janela, ele lembra que teve que ajudar a remover o corpo do padre.

Antes das seis da tarde daquele 25 de Agosto de 1991, a caminhonete 4x4 cabine dupla cor amarela, que em muitos povoados o tinha acompanhado para as celebrações e encontros, teve que parar sua rota de Vinzos à Santa, porque um grupo de homens mascarados cercaram o veículo, os dois jovens companheiros de viagem na parte de trás do carro tiveram que abaixar a cabeça com as ameaça que diziam: "saiam, saiam, não é com você". Enquanto o motorista foi levado de volta para o caminhão, de onde se ouviram o som de três tiros disparados contra o padre.

Padre Sandro Dordi foi assassinado por ser um defensor da promoção humana no Peru.

PAPA FRANCISCO APROVOU A BEATIFICAÇÃO

Papa Francisco aprova beatificação de três padres mortos no Peru, Alessandro Dordi, Zbigniew Strzalkowski e Michel Tomaszek. No dia 03 de fevereiro de 2015 o decreto de beatificação do padre italiano Alessandro Dordi e dos padres polacos Zbigniew Strzalkowski e Michel Tomaszek, morto em 1991, no Peru pela bando maoísta Sendero Luminoso.

A Santa Sé disse em uma nota que Bergoglio autorizou a Congregação para as Causas dos Santos a promulgação de decretos de beatificação depois recebeu hoje em audiência o prefeito dele, Angelo Amato.

Em agosto de 1991, um grupo de "senderistas" matou a tiro os dois sacerdotes poloneses mortos Zbigniew Strzalkowski e Michel Tomaszek, na cidade de Pariacoto.

Duas semanas mais tarde, esta organização criminosa matou Alessandro Dordi, a tiro quando ele estava voltando para casa depois de celebrar a missa na cidade de Santa.

A beatificação dos três padres mártires missionários aconteceu em 5 de Dezembro de 2015 na Diocese de Chimbote.

Texto elaborado por Tonny, da Irmandade dos Mártires da Caminhada.





quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Galeria dos Mártires - Ir. Alfredo Fiorini

Ir. ALFREDO FIORINI
Mártir da Solidariedade
MOÇAMBIQUE * 24/08/1992

Em vez de prosseguir uma carreira profissional de sucesso na Marinha, o jovem italiano Alfredo Fiorini optou por ser missionário e médico. Morreu em Moçambique, vítima de uma emboscada, há precisamente vinte e quatro anos.
  
Desde muito pequeno ouvia em casa a sua mãe rezar pelas vocações, até que um dia o pequeno Alfredo perguntou à mãe: «Como é que Deus chama? Como é a sua voz?»Era o princípio de uma aventura na descoberta da sua vocação. Aos 18 anos, participou num campo de férias para jovens, em Florença, Itália. Com outros jovens percorria as ruas da cidade a recolher papel e ferro velho para depois vender, sendo os lucros da venda destinados a financiar a construção de casas no Bangladesh.

Depois da escola secundária, ingressou na Faculdade de Medicina, com o sonho de vir a ser médico em algum país africano. Estudioso e responsável, terminou o curso de Medicina com notas altas. Passou pela Marinha para cumprir o serviço militar, onde conheceu um grupo de voluntários missionários vocacionados para trabalhar em países do Terceiro Mundo. Esta experiência foi providencial na tomada de decisão sobre o futuro da sua vida. Assim, recusou uma proposta de prosseguir a carreira militar e decidiu entrar no Instituto dos Missionários Combonianos com o intuito de se tornar missionário. O médico Fiorini foi aceito no seminário em outubro de 1982, em Florença, Itália.

Médico e Irmão

Inicialmente pensou ser sacerdote, mas depois de ter conhecido o continente africano durante experiências de missão em Uganda e Quênia, Alfredo percebeu que o Senhor o chamava a ser Irmão, ou seja, a anunciar o Evangelho de Jesus exercendo a sua profissão de médico.

Após uma breve passagem por Lisboa para aprender português, chegou a Moçambique em 1991. O Irmão Alfredo foi trabalhar em um hospital público, semidestruído pela guerra civil que assolava no país. Dedicou-se à reconstrução do hospital mais do que a fazer cirurgias ou atender doentes. Apesar do trabalho imenso que tinha pela frente sentia-se feliz: «Nos próximos meses terei muito trabalho, mas estou feliz. Não poderei exercer de imediato a minha profissão de médico, porque o hospital para onde estou destinado foi destruído há três anos pelos guerrilheiros, mas não importa. Significa que antes de ser cirurgião serei pedreiro e carpinteiro...». 

A única coisa que o preocupava era fazer depressa, porque havia uma extrema necessidade de alguém que cuidasse da saúde dos pobres, abandonados após 17 anos de guerra civil.

Fim de uma vida

No dia 24 de agosto de 1992, enquanto regressava de uns dias de descanso, Alfredo Fiorini foi atingido por uma rajada de balas. Aos 38 anos, caía o médico e missionário em terras moçambicanas destroçadas pelo ódio da guerra que também vitimou o Irmão. Passados vinte e quatro anos da sua morte, permanece o seu exemplo de entrega e audácia para os mais jovens.  

Texto elaborado por, Pe. António Carlos, Missionário Comboniano.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Galeria dos Mártires - Pe. Alberto Hurtado

Pe. ALBERTO HURTADO
Apóstolo dos Pobres
CHILE * 18/08/1952

Pe. Alberto Hurtado, sacerdote jesuíta,.

No dia 18 de agosto, lembramos a morte de um dos jesuítas mais notáveis ​​do século XX, o padre Alberto Hurtado. Foi beatificado por João Paulo II e canonizado pelo Papa Bento XVI.
A nota foi publicada por Jesuit Restoration 1814, 18-08-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.
Nascido no Chile, na virada do século XX, em 1901, Hurtado estudou direito e trabalhou em um jornal católico conservador, até entrar para os jesuítas em 1923. Depois de uma longa formação e trabalho como professor, aos 40 anos, ele tornou-se capelão universitário no Chile. Esse apostolado teve um grande impacto em sua vida, sob sua orientação, as capelanias cresceram rapidamente - de 1500 alunos em 50 centros em 1941 para 12 mil alunos em 500 centros em 1944. Esse trabalho levou-o naturalmente a fundar uma organização, conhecida como "Servicio de Cristo Rey" [Serviço de Cristo Rei], para a qual convidava um grupo menor de jovens comprometidos a fazer parte. Seus membros se comprometiam a dedicar um ano de suas vidas para viver os ideais da Ação Católica.
Em 1944, ele teve um encontro decisivo com um mendigo doente e faminto que lhe pediu ajuda. Ele escreveu: "Cada uma dessas pessoas é Cristo. O que temos feito por esses jovens que andam pelas ruas na chuva, dormem as noites de inverno nas portas das igrejas e acordam congelados?". Estimulado a agir, ele criou uma série de abrigos, chamados de "Hogar de Cristo" [Lar de Cristo], que acolhem crianças que precisam de comida e abrigo. Seu carisma atraiu muitos colaboradores e benfeitores; o movimento foi um enorme sucesso. Os abrigos multiplicaram-se em todo o país. Estima-se que, entre 1945 e 1951, mais de 850 mil crianças receberam alguma ajuda do movimento. O "Hogar de Cristo" que ele fundou ainda existe, e através de sua luta pela justiça social, tornou-se um dos maiores grupos de caridade no Chile.
Pe. Hurtado continua a ser muito popular no Chile, sua página de fãs no Facebook tem mais de 50 mil seguidores!
Em uma carta escrita para marcar sua canonização, Pe. Kolvenbach, então superior geral dos jesuítas disse:
"Aqueles que o conheciam, bem como aqueles que fizeram um estudo aprofundado de sua vida, não hesitaram em dizer que ele era verdadeiramente "apaixonado por Cristo". Isso constituiu, sem dúvida, o centro de sua vida como estudante, como jesuíta e como sacerdote. É desse amor de Cristo que nasce o modo característico de seu comportamento e o seu modo de lidar com as pessoas. O que predomina, portanto, é a sua capacidade de amar: um dom dado a ele por Deus, que ele soube desenvolver, assim, estabelecendo, à luz do Evangelho, uma intensa e crescente amizade pessoal com o Senhor. Sua familiaridade crescente com o Senhor que, na mente de Santo InácioHurtado adquirira pela contemplação dos mistérios da vida de Jesus Cristo, está na raiz das suas características atitudes. Precisamente porque ele estava realmente apaixonado por Cristo, fixou seu olhar no Senhor Jesus e no Seu modo de vida, enquanto ele ainda estava na terra. Ele passou longas horas contemplando a maneira como Jesus agiu em várias situações em que se encontrava. Com os olhos do coração, Padre Hurtado admirava especialmente a maneira pela qual Jesus dava atenção às pessoas, como ele fazia seu o sofrimento dos que estavam com dor".

https://youtu.be/WROBDh20xlg
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/534508-18-de-agosto-de-1952-morte-do-pe-alberto-hurtado-sj

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Galeria dos Mártires - Josias Paulino de Castro e sua esposa, Ireni da Silva Castro

JOSIAS PAULINO DE CASTRO e IRENI DA SILVA CASTRO
Mártires da Terra Livre
COLNIZA-MT * 16/08/2014

Josias Paulino de Castro, 54 anos, e sua esposa, Ireni da Silva Castro, 35 anos, líderes rurais, foram assassinados em Colniza, MT, no dia 16 de Agosto de 2014.

Josias era Presidente da Associação ASPRONU (Associação de Produtores Rurais Nova União), ele teria denunciado alguns políticos da região, por extração ilegal de madeira. Também denunciou a Polícia Militar por irregularidades e órgãos do governo por emissão irregular de títulos definitivos das terras na região.

A execução revoltou moradores da região, já que todos sabiam que o casal foi até Cuiabá realizar várias denúncias ao ouvidor Agrário Nacional, desembargador Gercino José da Silva. 

Josias já havia afirmado por várias vezes a existência de "pistoleiros" na região e que nunca foram tomadas providências. E segue dizendo: "Estamos morrendo, somos ameaçados, o Governo de Mato Grosso é conivente, a PM de Guariba protege eles, o Governo Federal é omisso, será que eu vou ter que ser assassinado para que vocês acreditem e tomem providências”, disse Josias no dia 5 de Agosto.

Segundo informações da Polícia Civil de Colniza, os corpos foram encontrados crivados de tiros de arma de fogo 9mm, que é de uso restrito. “Os dois foram baleados na cabeça e Ireni ainda levou um tiro na mão”, disse um policial.

O delegado de Polícia Judiciária Civil, Marco Bortolotto Remuzzi, abriu inquérito e investiga o duplo homicídio. A polícia ainda não tem informações a respeito de quem tenha assassinado o casal.

Texto elaborado por Tonny, da Irmandade dos Mártires da Caminhada.

Galeria dos Mártires - Irmão Roger de Taizé

Ir. ROGER SCHUTZ
Mártir do Ecumenismo
FRANÇA * 16/08/2005

Memória de 11 anos de seu Martírio.

Roger Schutz, religioso Fundador da Comunidade Ecumênica de Taizé nasceu em 12 de maio de 1915 em Jura (Suíça). Filho de um pastor protestante. Muito pequeno, foi morar com sua avó, de confissão evangélica e atormentado pela Primeira Guerra Mundial. 

Recém ordenado pastor, fez uma viagem de moto para a França de 1940 pensando em como ajudar as vítimas da guerra. Uma noite, ele chegou a uma aldeia em Borgoña ao lado da linha que divide a França de Vichy, ocupada por Hitler.  A aldeia se chamava Taizé.

Ali fundou uma comunidade aberta aos membros de todas as Igrejas Cristãs. Ele nunca fez distinção entre os jovens de diferentes religiões. Luteranos, calvinistas, evangélicos, ortodoxos ou católicos se reuniam com ele.

Roger foi morar com sua irmã em uma casa abandonada até que a guerra foi chegando aos judeus, refugiados políticos e desertores nazistas. Todos eram bem-vindos naquela casa em ruínas e sem água corrente, independente do seu credo ou nacionalidade.

Ele costumava ir a um bosque para orar para os refugiados judeus e agnósticos. Nos anos 50, Roger começou a enviar irmãos da comunidade para viver em áreas particularmente afetadas pela pobreza e violência, a fim de estar ao lado das pessoas que sofrem e ser testemunhas da paz. 

Taizé acolhe todos os anos milhares de pessoas de todas as religiões que procuram uma experiência mística e uma espiritualidade sem fronteiras. Quando perguntado sobre as origens de Taizé, Roger sempre se lembrava de sua avó, uma mulher protestante que nos dias mais sombrios da Primeira Guerra Mundial, ia todas as noites rezar em uma Igreja Católica como um símbolo da unidade em uma Europa dividida pela guerra. 

Conhecido como Irmão Roger de Taizé, morreu aos 90 anos em 16 de Agosto de 2005, esfaqueado durante a celebração do ofício onde se encontravam mais de 2.500 jovens de vários lugares e países. A mulher que matou, um romeno chamado Luminita, tentou em vão conseguir uma entrevista com ele por meses, deu três facadas no pescoço e o religioso morreu poucos minutos depois.

Texto elaborado por Tonny, da Irmandade dos Mártires da Caminhada.

Galeria dos Mártires - Mártires Indígenas Ianomâmis

MÁRTIRES INDÍGENAS IANOMÂMIS
RORAIMA - RR * 16/08/1993

Os Ianomâmis são índios que habitam o Brasil e a Venezuela. No Brasil somam 15 mil pessoas distribuídas em 255 aldeias relacionadas entre si em maior ou menor grau. A noroeste de Roraima estão situadas 197 aldeias que somam 9.506 pessoas e a norte do Amazonas estão situadas 58 aldeias que somam 6.510 pessoas

A palavra ianomâmi significa ser humano, enquanto que napë é a designação geral para o estrangeiro, o não ianomâmi.

Uma intensa onda de invasão das terras ianomâmis por garimpeiros ocorreu de 1987 a 1992. O sangue deste povo manchou para sempre o sagrado território destes índios, atingido por um verdadeiro massacre, no qual se consumiu a vida de pelo menos 1500 integrantes desta nação. Em agosto de 1993 houve um ato de desagravo na Catedral da Sé, a qual ficou repleta de membros da sociedade civil e de representantes indígenas, reunidos em um apelo incisivo contra essas mortes; mais que isso, contra esta situação de falta de assistência e abandono das aldeias indígenas no geral por parte dos Governos.


 Texto copiado de: http://www.ihu.unisinos.br/martires-latino-americanos/512422-18-de-agosto

Galeria dos Mártires - Victorio "Coco" Erbetta

VICTORIO "COCO" ERBETTA
Mártir das lutas do Povo Argentino
ARGENTINA * 16/08/1976

Victorio Jose Ramon Erbetta Portillo, conhecido como "Coco" Erbetta nascido em 10 de agosto de 1949, em Goya, província de Corrientes, Argentina e viveu desde muito pequeno no Paraná, Entre Rios. 

"Coco" era um estudante na Universidade Católica Argentina (UCA). Participou na Ação Católica, foi catequista e membro do Movimento da Juventude Católica. Foi também jogador de futebol pela Universidade Juventude Peronista (JUP).

No ano de 1976 se inicia a ditadura mais sangrenta cívico-militar da história Argentina, "Coco" Erbetta cursava o 5º ano de Engenharia da Universidade e era Presidente do Centro de Estudante. 

Devido ao seu profundo compromisso em torno da luta por uma sociedade mais justa e igualitária, ele foi sequestrado por policiais civis à paisana em 16 de agosto do mesmo ano na universidade e levado para o Centro Clandestino de Detenção "Esquadrão de Comunicações", Regimento de Comunicações Paraná, Argentina.

Na época, os militares emitiram um relatório falso, onde seu caso era desconhecido e alegou um suposta fuga. Atualmente foi preso o ex-oficial da Polícia Federal e ex-funcionários de inteligência civil Cosme Ignacio Demonte, um elemento-chave na implementação de terrorismo de estado em Entre Rios pelo o sequestro de "Coco" Erbetta.

Texto elaborado por Tonny, da Irmandade dos Mártires da Caminhada,
a partir de leitura na página dos Mártires Argentino.